As vezes canso-me do clichê: divagar sempre e constantemente sobre amor tempo e morte. Chegam ao estágio do tédio. Deixa-se por novas formas de reflexão, feitas e refeitas, reviradas e renovas. Contudo o tempo sempre passa, morre-se o antigo e ama-se o novo; e ali esta-se novamente, nas mesmas formas de antes. Assim, pelo novo, retoma-se o antigo repetidamente percebendo que, sem esse, jamais aquele virá a algo aceitável.
Vezes certos outros são consumidos por desejos, vezes somos nós. Ou ambos. Talvez o prazer imenso do pensar fundo, seja o desejo intrínseco e inalcançável: fruir o prazer do jamais. Aquele inconquistável, intangível, inabalável. A perfeição é a busca, o caminho, as pedras, orvalhos e sóis. Do fim apenas fim; melhor gerúndio que particípio.
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