Suas cabeças se encontram, se montam, se deslocam. Seus corações se amordaçam. Seus olhos se cegam, suas mãos se entralaçam, seus corpos se unem; sua vida se forma. Na escuridão, do fato de ser pura luz, todo se compõe em antíteses e paradoxos.
Seu não existir mora no do outro, sua não presença, reverbera. As feições mutantes crescem, vivem e desfalecem, o mundo gira e para a cada instante. De tudo se cria, de tudo surge, mas do nada, o nada já é. O vento cálido na mente, intrínseco segredo da noite. Coração e corpo...
Quando se encontra morre no plano mental, do ontem se faz hoje e o nunca mais. Caminhos unidos e a desprezivelmente, separados; tempo. O que acontece em sua vida um dia será o que é a dele, não é mais sua face quem toca a outra face, não mais suas mãos as mãos. Não mais juntos são calor. Não neste tempo, não neste espaço.
Tranformações tantas, cronológica forma de existir em não existência; enquanto suas tantas ações e reações se repetem e repelem pelo espaço, como uma onda em água pura.
Enquanto caminhas, não apenas caminhas; mas deixas de ser e novamente és, a cada segundo, milésimos. Os passos não se repetem, a mente não se repete; o mundo não se repete.
Morrendo e vivendo a cada instante, o que seria resurgir-se em segundo passado? Do que o tempo se daria ao prazer de revelar e, o que o mesmo faria no tempo real do viajante?...
O mesmo, então, seria inesistente em sua existência real?
O que é existir?
De fato, seus corpos não mais se tocam, suas bocas são desunião. Suas vidas, pura forma desforme, de não existir, em existência cronológica, confusa de ser. Que de linha, não é, nem curva nem forma geométrica alguma; talvez migalhas ao chão, talvez pura dedução.
A luz e seu tempo cria seu segredo.
E assim, você toca e, é. Puro mundo em conservação.
...
Seu não existir mora no do outro, sua não presença, reverbera. As feições mutantes crescem, vivem e desfalecem, o mundo gira e para a cada instante. De tudo se cria, de tudo surge, mas do nada, o nada já é. O vento cálido na mente, intrínseco segredo da noite. Coração e corpo...
Quando se encontra morre no plano mental, do ontem se faz hoje e o nunca mais. Caminhos unidos e a desprezivelmente, separados; tempo. O que acontece em sua vida um dia será o que é a dele, não é mais sua face quem toca a outra face, não mais suas mãos as mãos. Não mais juntos são calor. Não neste tempo, não neste espaço.
Tranformações tantas, cronológica forma de existir em não existência; enquanto suas tantas ações e reações se repetem e repelem pelo espaço, como uma onda em água pura.
Enquanto caminhas, não apenas caminhas; mas deixas de ser e novamente és, a cada segundo, milésimos. Os passos não se repetem, a mente não se repete; o mundo não se repete.
Morrendo e vivendo a cada instante, o que seria resurgir-se em segundo passado? Do que o tempo se daria ao prazer de revelar e, o que o mesmo faria no tempo real do viajante?...
O mesmo, então, seria inesistente em sua existência real?
O que é existir?
De fato, seus corpos não mais se tocam, suas bocas são desunião. Suas vidas, pura forma desforme, de não existir, em existência cronológica, confusa de ser. Que de linha, não é, nem curva nem forma geométrica alguma; talvez migalhas ao chão, talvez pura dedução.
A luz e seu tempo cria seu segredo.
E assim, você toca e, é. Puro mundo em conservação.
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