8 de maio de 2010

Anarquia dos sentimentos iluminados


O amor, tão intenso e confuso se faz no coração de todos, na alma cármica dos seres, que se relaciona com o mesmo e se fazem em contos de fadas do universo eterno, de amor infantil. Todos nós, meninos e meninas do grande pai e da grande mãe, somos eternos ''buscadores'' do coração.
Queremos um coração meditativo e pleno, de um ser que nos completa plenamente. Devemos nos unir neste céu azul, tão intensamente azul, que nos cega e nos engana, de uma forma tão doce e sutil, que se relaciona com nossos sentidos emocionais. Tão amorosamente toca nossas mãos, nos acaricia suavemente e nosso coração se sente reconfortado, se sente completo em seu ying yang, fluxo contínuo de amor apaziguador celeste.

O sofrimento enche nossos corações e nos tornamos tão densos que somos impedidos de voar. A brisa suave que toca os pensamentos e acaricia os corações já não está mais aqui, ela se foi e com a morte, a morte de nosso próprio elevar, flutuar. Então sentimos o que é o verdadeiro corpo, individualmente sólido de matéria e luz, amor, energia. Ele acaba por se fazer eterno, mesmo em suas diferenças.
Nos enganamos em nós mesmos, em nossas próprias maias. Elas nos fazem sofrer tanto, tanto, que não sentimos nosso próprio ser. Morremos, não na matéria, mas morremos, somos e nos tornamos o ciclo da Lei, da história. Neste ponto de nossa existência, a da morte, a tristeza e sofrimento se fazem nossos pensamentos e a facilidade se faz a dificuldade, pois nossos olhos não podem e ou não querem ver a verdade.
No segundo ponto, crescemos e desabrochamos, a vida da luz, do amor sincrônico. A sincronicidade é o próprio segundo ponto do amor temporal. No coração, não só, mas também na alma e no espírito, crescemos. Neste plano de matéria, com suas desavenças contínuas e inacabáveis, encontramos a sincronicidade, esta amorosa, e o próprio amor que age como alelo da Lei. O casal, o casal se desfaz em nosso amor, que morre: vida amorosa e vida, morte racional do ornamento de novas faces e fazes do diretor, catetos de e da morte. O grande triângulo retângulo que possui sua sincrônica congruência inacabada, que não é completa. Ela se mostra no encontro dos catetos, que, ao nosso ver, são a própria congruência, na verdade ela não passa de uma bifurcação, para um caminho muito maior, a hipotenusa.
Terceiro nível de resolução, presente nas necessidades básicas concretas, na mente da carne e do próprio coração. A mentira é desmascarada. Num nível espiritual a casa râmica do sacerdócio te engole, no intuito temporal da escória dinâmica, que se compõe na adaga do tempo.
Mente sublime canta o nível do amor totalitário pródigo, do espírito elevado, de estâncias menos evoluídas, do grupo histórico, do amor de aprendizagem. As cartas do futuro fazem com que o passado se transmute na alegação cordial cármica.
Estrelas serão nossos olhos, quando o ponto zero do inverso cai, a aterna cálida da antiguidade, do futuro. Hoje, contemporâneos, são, ainda, futuro.