Feito e refeito no infinito pensador
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O amor nos eleva, traçando nosso destino já traçado. Amo já traçado, que nos enfeitiça neste mundo invisível.
Amordaçados neste caminho sinuoso e sanguinário seguimos. Nosso corpo físico, único e poderoso, são os vampiros de nossa era, o oculto do ocultismo de nosso próprio ser. Nesta época inteiramente hierarquizada, morremos e vivemos como chuva. Nenhuma chuva, passa despercebida, sem deixar para traz qualquer sinal e mudança. O Sol, o amor,a Lua, a vida eterna e finita. O mais importante na vida é a própria vida, a vida de tudo, mesmo na morte ela está viva. A vida vive. Tidos vivos a tido momento. A vida é eterna, o eterno. Tudo, tudo. Quem é quem? Quem é quem?
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O amor nos eleva, traçando nosso destino já traçado. Amo já traçado, que nos enfeitiça neste mundo invisível.
Amordaçados neste caminho sinuoso e sanguinário seguimos. Nosso corpo físico, único e poderoso, são os vampiros de nossa era, o oculto do ocultismo de nosso próprio ser. Nesta época inteiramente hierarquizada, morremos e vivemos como chuva. Nenhuma chuva, passa despercebida, sem deixar para traz qualquer sinal e mudança. O Sol, o amor,a Lua, a vida eterna e finita. O mais importante na vida é a própria vida, a vida de tudo, mesmo na morte ela está viva. A vida vive. Tidos vivos a tido momento. A vida é eterna, o eterno. Tudo, tudo. Quem é quem? Quem é quem?
Somos todos o mesmo e todos, são diferentes. Nosso próprio eu se manifesta no espírito, ao Sol, no alelo exterior, que universalmente se faz e refaz em constante renovação de eterna unidade e simplesmente complexidade, todo amor de todos e... todos somos o uno, o amor, a vida, a casa, o trabalho, o mundo. A família se mostra nossa infância, a noite de nossa vida só pode ser vista no interior da terra e em seu completo exterior, no universo. Vemos tudo da inercidade extrema e única, ignorante. Ademais, aquele amor de terra, de mãe, que faz nos protegemos e taparmos os olhos, a face, ao ver algo se aproxima, é tudo. Mas temos que seguir o pai agora, que mesmo nos levando pela mão, ele uma hora nos solta, nos deixando andar sozinhos, nos ensinando, simplesmente, a voar . No despertar da inécia, nós nos vemos sozinhos, todavia nos fazemos todo e tudo nos faz, no próprio universo, pelo qual somos enfeitiçados. Somos tudo, não somos, pois tudo se torna tudo. O eixo do universo, no mundo correspondente, a que vivemos na auto sugestão do ser, da vida universal. Nossa vida é universal, em todos os tempos, em todas as eras vivemos.
A doença da alma de um ser, o autera em todas eras de tempo, e seu fraco organismo o faz morrer na matéria, porém ele continua vivendo, sempre vivendo; pois este ciclo junca, acha esta forma cíclica e única, é universal. Somos o próprio universo do extro, ser infinito e infamo. Alelo externo, amor interno, antíteses. Jis ser*, conhecer, amar e ser para o ser; vem o rio da vida, o rio nunca para, o rio se esconde, mas nunca para, ele abarca a terra toda. Em todos os tempos e espaços ele é o mesmo. Não exige tempo. Não existe noção de tempo e de espaço.
Quando vemos de cima o interior do ser terrestre e universal, vemos tudo, na coluna do mundo, temporal anídico. Farias mestres dos tempos a mudanças. Completa. O tempo não acabou, o tempo e o templo não existem mais e nunca existiram. No lugar das estrelas, no fundo das galáxias da eternidade, a terra é um córtex do tempo, do mundo do mal e do lugar em que se vê o próprio eu e o tu de ser, o infinito e eterno.
Somos todos um universo, como imagem e semelhança do mesmo. Somos todos um universo, com suas ações e reações, constantes e inacabáveis. Somos a ação, fazemos a ação, vivemos a ação e sempre seremos, num eterno eu reflexivo. Um universo totalmente se forma e reforma dentro de nós, em nós, para e conosco. Somos o próprio, que se recria e se refaz, a cada auteração de uma reação, que assim sendo, é uma ação que gera outra reação, sucessivamente, infinitamente,única. Lugares distantes não existem, somos o universo inteiro, está tudo em nós mesmos. "Para viajar basta existir". ( Fernando Pessoa ).
Somos todos um universo, como imagem e semelhança do mesmo. Somos todos um universo, com suas ações e reações, constantes e inacabáveis. Somos a ação, fazemos a ação, vivemos a ação e sempre seremos, num eterno eu reflexivo. Um universo totalmente se forma e reforma dentro de nós, em nós, para e conosco. Somos o próprio, que se recria e se refaz, a cada auteração de uma reação, que assim sendo, é uma ação que gera outra reação, sucessivamente, infinitamente,única. Lugares distantes não existem, somos o universo inteiro, está tudo em nós mesmos. "Para viajar basta existir". ( Fernando Pessoa ).
No calor de seus braços existimos e insistimos, o que é isso? Afinal quem faz o que? Quem é quem? Quem somos??? Tudo se rafaz e o fazer é um eterno refazer, refazer é fazer.
L'Amourenx, O Amado.
Amor é a parte interior da união dos séculos do universo, inteligência também é o interior, todos são tudo, interior e exterior, tudo e tudo, sem anexos ou faltas. Nada foi criado, primeira ação? Se tudo se faz de reação, qual foi a primeira ação, que gerou todas as outras?
Alelo exterior.
*Jis ser: Conjuntos de diferentes tipos de ser, com seus diferentes significados, tempos e modos, mas todos ser. Ser em conjunto, em ciclos, do mesmo ser.
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