31 de dezembro de 2011

Carta estelar à todos


Todos que poderiam encontrar as vidas mais próximas, seriam os mais chegados ao extremo oriente. Esta vida de guerras já lá firmada, não é apenas um acontecimento isolado, mas vem se intensificando com o tempo e invade as escuras o mundo inteiro. Já aqui, há zonas de espiões e falsos guias, então cuidem-se. Precisamos criar uma força tarefa para o combate real e físico de tais forças. É possível identificar os reais por sua tez lunar, não o que você pensa de luz branca; mas algo furtacor. Se não os vê, pode ser identificado pela voz real. Não algo que parece ser sua própria voz falando, mas sim a de alguém mesmo. Bem, pode parecer muitas vezes que é você quem fala, pois não vê ou escuta de fato a linga do ser em questão. Mas pergunte ao seu mestre espiritual, ele sempre estará com você para guiar suas dúvidas.
Voltando a força terefa; devemos unir-nos, pois há muito de evolução do outro lado também. E sim, não é apenas algo fictício. A queda está acontecendo e isto tende a forçar tanto um lado quato o outro. Vocês devem fazer tender a balança para a GRANDE FRATERNIDADE BRANCA assim, a resistencia cessará. Ao cair o seu sistema vigente, haverá conflitante a reação popular, por isso é preciso que antes da queda, o bem seja estabelecido; para que assim, possam tender a mostrar seu melhor lado e não o pior. As naves estão no suporte de tarefas importantes, para subsidiar os necessitados na força e criar base para a dita queda. Todavia, o que está a ser pedido, não pode ser feito apenas por nós, mas sim por vocês encarnados. De fato temos grande tecnologia no avanço da espedição estelar, mas alcanse real, são vocês quem realizam; nós damos base e apoio, vocês põe em prática.
Aguardem algo vindo do centro do poder atual, eles estão caindo, mas ainda possuem muitas cartas na manga. Todos já estão percebendo as falhas dos maquinarios de formação de sua sociedade, não deixem que forcem a criação de um pior; o tentarão nos próximos tempos. A guerra pode ser impedida, não precisam passar por isso; mas é de suma importância que estejam preparados para o que vier. Preparem seu corpos, suas mentes e tecnicas. A alimentação em sua forma é importante.
Os desastres naturais, são premedidos, a queda do ciclo será importante na ascenção. Estejam por mais unidos possível, conversem conosco e entre si. Todos somos o polo branco do mundo. Este acontecimento, não é apenas de importância planetária, mas universal. Todos estão no aguardo. Depois disso, mais uma história será guiada para o ponto. Isto é o objetivo; assim teremos uma formação maior.
Tentem ser o mais plenos possível, deixem-se guiar por si em si. Isto que está acontecendo é lindo, vocês mesmo pediram para estar onde estão e o aguardaram ansiosamente; façam o que vocês mesmos teriam orgulho. Nós estamos na retaguarda.
Obrigado
Luzbel e Ezequiel

9 de dezembro de 2011

Encarnado

Os mortos em si, encontram seu mar de persuasões internas, das mesmas que os convencem ao contrário ou a favor. Do conflito humano, entre o infinito pensar e sentir, não se fazem as comunicações distantes de se ser. Sua discrepância ao que mesmo há consigo, não se faz verdade. É puro sentimento em discórdia de si, enquando outrem pode colher sua concordante máquina feita; em treino e glória. O que o faz o pleno provido da calma das mais profundezas; onde se esconde no inverso, a mais pura tormenta em ressaca. Afinal, qual é mais livre, o que se controla piamente, entre sentir e pensar; ou o que em si, faz-se a liberdade (ou libertinagem) suprema, de agir sanguíneo, o que é sua própria forma humana, o que o faz real? Não seria este, contudo, o próprio conflito biológico, entre permanecer animal, em crença, coragem e instinto; ou tornar-se pleno pensamento, no controle, treino e certeza. Qual preferes? 
O que seria mais intrigante que a questão gerada e gerida pelo próprio universo (seja ele unitário ou geral) por fazer o mundo algo não mais mundo. De fato transformar o ser humano, nosso corpo estelar e nós mesmos, em algo menos físico que isto. Talves encontrar uma de nossas identidades paralelas entre os que não vivem, entre os tempos passados e os que virão. Assim, não passamos de uma jovem super-nova, criando as mais diversas estrelas, planetas e até galáxias! Nada mais que uma própria forma-padrão que se repete pelos tantos e tantos planos de existência e verdade.
Ser sua própria chuva, derradeira, que lava e gela seu corpo buscante de algo mais. Algo que você esconde, algo que nem ao menos se faz conhecer a existência. Não seria sua luneta pródiga em caminhar por lugares deconhecidos, no desalendo de desconhecer a si mesmo em real ser e forma? O desenvolto, não mais encarnado que todos, tende a esconder suas realidades que prefere não conhecer. Aquele eu que prefere não ter sido apresentado. O que cerra as cortinas da janela de sua alma, e prende em si seu dragão, que insiste em manter adormecido; ou quase isso.
Sendo desatento em detalhes sóbrios, mais do que os ocultos, são os discarados. Já que o fácil, não é tão atrativo de ser visto. Algo no fascínio do desentender, do não estar, do não existir. Algo ainda mais em ter em mãos o mundo, as engrenagens e a manivela. O estar a postos, para o quem precisa. E se embebedar de mundo, por mundo. Nada mais.

5 de dezembro de 2011

Perdido

    Como sentiriam-se as fadas ao descobrir que seu mundo de perfeição caiu em um só piscar; seriam desatinadas em seu eterno tilintar pelas fendas. Sua visão emancipada do tempo, seria por fim encontrada no espaço?
    Como você sentiria-se caso descobrisse seu calor pisado, moído e cuspido, enquanto outro ergue seu trono nas costas alheias? Já que andam de fato, todos tão cegos, que o show de marionetes é solto. Reis de sua peça, tentam de forma criar um amor que não possuem, sua mente leve, tem o peso das eras. As duras penas, jogam os dados na mesa, sem importância com o futuro, apenas com seu momentâneo e falso poder. 
    Assim, sua prepotência arrogante e arrivista, por fim, faz certo alguém chorar...
     Mas de que mal faria, mais uma lágrima cainte? Quem mais sonharia em descobrir aquela, escondida em seu quarto, morrendo. Jamais criariam cogitação, mal algum, diriam.
    Seu olhos abertos, são mais fechados que das marionetes. Você, rei das pontas e dos dedos, não descobre seu desvio local. Pensa ser o maior, pensa controlar o mundo, pensa ter todos em suas mão. Por mais pensa ser fácil, muito fácil desfigurar a todos com sua forma-padrão perfeita. É o que pensa!

Jamais nos terá em suas mãos sujas, suas unhas insalubres jamais tocarão sequer fio único de nossos cabelos. Sua criação, jamais terá vida, e você mesmo perecerá em sua inefável solidão! Suas entranhas se corroerão e você nada mais será que um pó sujo pela estrada. Esta dos que pisam firme e forte seguindo o curso; que você jamais entenderá.