4 de novembro de 2010

Vertigem

Vertigem

Meu calor
meu amor... querido
contigo estou
e fico.

Em sol noturno,
céu se faz.
Em planetas e luas,
traz.

Deuses nossos
casas nossas
amor nosso...

Luar estrelado
máguas de um ser enluarado
Monções amantes, caintes...
luzeira.

Olhares tão perdidos,
já se encontraram...
sorriso, já a toa
E seu amor, seu calor, em minha alma já
ecoa.

Faz o que quer,
és quem és.
E amo,
e clamo...
e fico.

Eterno luz
de minh'alma em cruz
te trago aqui
aqui permaneço
já luz.

"Desalienados"


"Desalienados"


Laço azul,
vida azul.
E este céu em mim, tão grande,
já se faz luz, como imensidão de mar.

Já posso respirar,
já posso viver.
Meus olhos abertos, tão estelares!
amor liberto, tão volúpia...
minh'alma, fogo.
E mãos livre... ação!

25 de outubro de 2010

A este texto dou uma certa importância especial. Bem, é causado por dois motivos principais: escrevi-o quando tinha apenas 12 anos, minha tia avó avia acabado de morrer. Eu não a conhecera, contudo isto causou-me inspiração para a escrita. E, segundo, foi meu primeiro texto. Já escrevia muitas histórias ainda antes, contudo este, foi o primeiro a expressar um momento que passava e o que aprendia com ele. Foi escrito dia 09/01/08.



Minha vida sempre será esterna, é como um rio que se encontra com outros. Nunca morrerei, apenas me unirei a mais vidas.
Meu percurso, como o de um rio, pode ser cumprido ou curto, mas mesmo assim, sempre desaguarei em outras vidas e me unirei a muitas delas, pois sou eterna, como todos. E enfim, desaguarei no mar, onde encontrarei experiências desconhecidas. Me unirei com o mundo, novamente evaporando e chovendo em outro lugar, formando mais experiências, mais conhecimentos e mais sabedoria. Minha alma é eterna e meu percurso sempre será renovado, nunca se acabará; pois eu sou todo o mundo,todos são, eu. Todos são tanto ninguém, quanto são alguém, alguém eterno.
Para a eternidade!



Hoje, com mais uma morte em minha vida, aprendo mais que antes havia aprendido, já compreendo esta misteriosa vida melhor. Posso dizer que isto tudo em que vivemos é perfeito e único. Morrer não acaba com a vida, pois sua antítese é nascimento; apenas dá fim a um ciclo. Esta tal morte de que me refiro apenas sublima a matéria, biológica. Nossa vida é muito mais que isto, transpondo esta "barreira". Continuamos vivos, iniciando um novo ciclo de nascimento, reprodução ( que não é necessariamente sexual) e morte.
A decorrer da vida, morremos diversas vezes, dando ao indivíduo, sempre este novo ciclo. Por isto digo: enquanto permanecer em nós um EU vivo, seremos eternos e este maravilhoso corpo de estrelas, do qual somos feitos hoje, novamente criará outras formas. Isto segue a famosa frase de Lavoisier: "No universo nada se cria, nada se perde, tudo de transforma".

8 de setembro de 2010

Palavras ao vento....


Odeio Mentira! Mundo falso criado é mágoa pura e obscura, temes a morte, temes o ser, temes o mundo, garotinho triste falso, mudo imundo
pensa que é
fantasia lua a brilhar
enquanto é o chão da praça
Cale-te!
Não vou mais te ouvir!
Mudo e surdo
sua alma cega se desespera
que MORRA!
Vá embora
vá embora

Por que mentes para mim?
o que fiz a ti?
que escuridão lhe causei?
Podre indeciso de ser

Não ama, não é
MORRA!
Criou mundo ensolarado
para fugir da escuridão
não soube vencer seu próprio coração

Mentes a si
cada palavra que dizes és terror
cada som que produz és desamor
e odeia e suga e mata
Agora então, chegou a hora de sua morte
morra!

O pai morre
para ensinar os segredos da morte ao filho
mas este se dissimula em mundo irreal
machucas a vida, derramando seu sangue coral.

Vive em lógicas faças
morre em sentimentos falsos
morre e morre
morra

Matas ao seu redor
mentes ao seu redor
feres ao seu redor
então, possa morrer ao ser redor...

Lei, ó Lei plena
agradeço-lhe serena
agora posso morrer
depois do luto e escuridão, renascer...
Como fênix voarei
nestas asas lindas da vida
Obrigada
Muito obrigada

Mais um vampiro detido
quero eu que renasça
sabendo viver
pois te amo como a todos
e continuo
continua querendo que cresças
Só então poderá ser
só então poderá, verdadeiramente, viver....
mas agora nada posso fazer
também me desfaleço
também estou a morrer

Assim, de 13 para 14 para quinze
aprendo os segredos da morte
para conseguir a divina temperança e a rebeldia diabólica, cheia de luz

Que possa viver e viver
saiba ser
saiba crescer
aprenda agora a morrer...

E no fim, acabamos por crescer juntos
Amo esta fascinante vida
de ser e poder
amo e clamo
chamo
Até o outro lado...

3 de setembro de 2010

Mundo carmim, cora!
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O que é a vida... ó vida, tão indecisa de ser.
Em mente se faz uma diva de esperança,
mas o que realmente és?

Luar de plácidas estrelas a brilhar,
ou apenas a luz que as iluminam,

sorrindo de seu doce altar?
Mas então seria escuridão, a morte
em retalhos de vidas perdidas e acabadas.
O que ser do outro mundo tem a dizer,
o que queremos ouvir...
o que somos?


O olhar da estagnação se cansa na superstição,

procura a realidade.
Q
ue há agora com o coração?
maluco por natureza, és o mais sano de todos
não apenas coração, como mente
se fazem eternos num melindre indigente


Ó vida, o que fazes de mim agora?
me escutas de seu trono celestial,
ó vida me ama e cora...
Abre os olhos fechados dos corações partidos
não apenas romancistas,
clareies quem não vê o chão em que pisas
e caem em suas poças de desejos e seduções,
suas maias do ego.
Não os deixes cair nas garras alheias a ti,

não os deixem vivos inanimados
Cora seu carmim, cora
e verás que esta divina se faz agora
Melhoras teus pensamentos

que tornar-se-á livre!

Faças ver quem não pode...
todavia
os que não desejam,
em caso inegável choram,
em silencio.
O querem,

que queiram.
Ainda crianças de espírito e alma,
tem de crescer uma hora.

Ó amor, amas vivo!
Tornarás tal vida eterna...

ó amor, ó vida, ó mundo....

choras, sorris, mora!

14 de junho de 2010


No coração embargado e feliz, acabamos por encontrar a Paz...



Meu mundo é feliz e triste,
poderia mudá-lo
mas esta tristeza sempre coesiste
com a incrível felicidade.
Ela, habitante eterna em meu corpo,
e em meu coração...

Feita e refeita em antíteses,
dilemas,
amor,
terror
Caótica.

Casos soberanos, de minha contínua e eterna liberdade,
de defeitos e melindres,
com a voz um tanto abargada
em momentos de emoção
e firme nos de tensão.

Garota tímida,
cabelos dourados,
corpo inquieto e ansioso
Contudo , bem calmo e preguiçoso.

Apaixonada por olhares,
sorrisos
feições...
Pela vida,
por pessoas...
...pelo amor.

Tudo, mesmo as menores coisa,
trazem felicidades intensas
Todavia, como uma faca de dois gumes,
os mesmos pequenos motivos de felicidade,
podem trazer o pranto.
Tão sensível
vezes calada,
vezes corajosa...
e constantemente
a prosseguir nesta vida tão generosa
e bela...
cheia de melindres caprichosos,
necessidades
e amor...
coisas que não posso controlar.

Caos e calmaria,
salvação e destruição
estes, os quais trocam constantemente sua posição.
Sempre juntos,
sempre separados
por água e terra...
assim fui descrita quando nasci
e assim sou.

"Apenas uma gota de chuva move um oceano"

Apesar dos inesgotáveis defeitos, posso amar...
e isto é grande,
muito grande.
É Feliz e triste
como qualquer coisa que existe....
A vida em suas antíteses,
em sua forma caótica
traz o que todos querem:
O sopro nos pulmões,
mãos aquecidas,
coração saltitante
desafios
e
Morte.

8 de maio de 2010

Anarquia dos sentimentos iluminados


O amor, tão intenso e confuso se faz no coração de todos, na alma cármica dos seres, que se relaciona com o mesmo e se fazem em contos de fadas do universo eterno, de amor infantil. Todos nós, meninos e meninas do grande pai e da grande mãe, somos eternos ''buscadores'' do coração.
Queremos um coração meditativo e pleno, de um ser que nos completa plenamente. Devemos nos unir neste céu azul, tão intensamente azul, que nos cega e nos engana, de uma forma tão doce e sutil, que se relaciona com nossos sentidos emocionais. Tão amorosamente toca nossas mãos, nos acaricia suavemente e nosso coração se sente reconfortado, se sente completo em seu ying yang, fluxo contínuo de amor apaziguador celeste.

O sofrimento enche nossos corações e nos tornamos tão densos que somos impedidos de voar. A brisa suave que toca os pensamentos e acaricia os corações já não está mais aqui, ela se foi e com a morte, a morte de nosso próprio elevar, flutuar. Então sentimos o que é o verdadeiro corpo, individualmente sólido de matéria e luz, amor, energia. Ele acaba por se fazer eterno, mesmo em suas diferenças.
Nos enganamos em nós mesmos, em nossas próprias maias. Elas nos fazem sofrer tanto, tanto, que não sentimos nosso próprio ser. Morremos, não na matéria, mas morremos, somos e nos tornamos o ciclo da Lei, da história. Neste ponto de nossa existência, a da morte, a tristeza e sofrimento se fazem nossos pensamentos e a facilidade se faz a dificuldade, pois nossos olhos não podem e ou não querem ver a verdade.
No segundo ponto, crescemos e desabrochamos, a vida da luz, do amor sincrônico. A sincronicidade é o próprio segundo ponto do amor temporal. No coração, não só, mas também na alma e no espírito, crescemos. Neste plano de matéria, com suas desavenças contínuas e inacabáveis, encontramos a sincronicidade, esta amorosa, e o próprio amor que age como alelo da Lei. O casal, o casal se desfaz em nosso amor, que morre: vida amorosa e vida, morte racional do ornamento de novas faces e fazes do diretor, catetos de e da morte. O grande triângulo retângulo que possui sua sincrônica congruência inacabada, que não é completa. Ela se mostra no encontro dos catetos, que, ao nosso ver, são a própria congruência, na verdade ela não passa de uma bifurcação, para um caminho muito maior, a hipotenusa.
Terceiro nível de resolução, presente nas necessidades básicas concretas, na mente da carne e do próprio coração. A mentira é desmascarada. Num nível espiritual a casa râmica do sacerdócio te engole, no intuito temporal da escória dinâmica, que se compõe na adaga do tempo.
Mente sublime canta o nível do amor totalitário pródigo, do espírito elevado, de estâncias menos evoluídas, do grupo histórico, do amor de aprendizagem. As cartas do futuro fazem com que o passado se transmute na alegação cordial cármica.
Estrelas serão nossos olhos, quando o ponto zero do inverso cai, a aterna cálida da antiguidade, do futuro. Hoje, contemporâneos, são, ainda, futuro.

20 de abril de 2010

Feito e refeito no infinito pensador

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O amor nos eleva, traçando nosso destino já traçado. Amo já traçado, que nos enfeitiça neste mundo invisível.
Amordaçados neste caminho sinuoso e sanguinário seguimos. Nosso corpo físico, único e poderoso, são os vampiros de nossa era, o oculto do ocultismo de nosso próprio ser. Nesta época inteiramente hierarquizada, morremos e vivemos como chuva. Nenhuma chuva, passa despercebida, sem deixar para traz qualquer sinal e mudança. O Sol, o amor,a Lua, a vida eterna e finita. O mais importante na vida é a própria vida, a vida de tudo, mesmo na morte ela está viva. A vida vive. Tidos vivos a tido momento. A vida é eterna, o eterno. Tudo, tudo. Quem é quem? Quem é quem?

Somos todos o mesmo e todos, são diferentes. Nosso próprio eu se manifesta no espírito, ao Sol, no alelo exterior, que universalmente se faz e refaz em constante renovação de eterna unidade e simplesmente complexidade, todo amor de todos e... todos somos o uno, o amor, a vida, a casa, o trabalho, o mundo. A família se mostra nossa infância, a noite de nossa vida só pode ser vista no interior da terra e em seu completo exterior, no universo. Vemos tudo da inercidade extrema e única, ignorante. Ademais, aquele amor de terra, de mãe, que faz nos protegemos e taparmos os olhos, a face, ao ver algo se aproxima, é tudo. Mas temos que seguir o pai agora, que mesmo nos levando pela mão, ele uma hora nos solta, nos deixando andar sozinhos, nos ensinando, simplesmente, a voar . No despertar da inécia, nós nos vemos sozinhos, todavia nos fazemos todo e tudo nos faz, no próprio universo, pelo qual somos enfeitiçados. Somos tudo, não somos, pois tudo se torna tudo. O eixo do universo, no mundo correspondente, a que vivemos na auto sugestão do ser, da vida universal. Nossa vida é universal, em todos os tempos, em todas as eras vivemos.
A doença da alma de um ser, o autera em todas eras de tempo, e seu fraco organismo o faz morrer na matéria, porém ele continua vivendo, sempre vivendo; pois este ciclo junca, acha esta forma cíclica e única, é universal. Somos o próprio universo do extro, ser infinito e infamo. Alelo externo, amor interno, antíteses. Jis ser*, conhecer, amar e ser para o ser; vem o rio da vida, o rio nunca para, o rio se esconde, mas nunca para, ele abarca a terra toda. Em todos os tempos e espaços ele é o mesmo. Não exige tempo. Não existe noção de tempo e de espaço.
Quando vemos de cima o interior do ser terrestre e universal, vemos tudo, na coluna do mundo, temporal anídico. Farias mestres dos tempos a mudanças. Completa. O tempo não acabou, o tempo e o templo não existem mais e nunca existiram. No lugar das estrelas, no fundo das galáxias da eternidade, a terra é um córtex do tempo, do mundo do mal e do lugar em que se vê o próprio eu e o tu de ser, o infinito e eterno.
Somos todos um universo, como imagem e semelhança do mesmo. Somos todos um universo, com suas ações e reações, constantes e inacabáveis. Somos a ação, fazemos a ação, vivemos a ação e sempre seremos, num eterno eu reflexivo. Um universo totalmente se forma e reforma dentro de nós, em nós, para e conosco. Somos o próprio, que se recria e se refaz, a cada auteração de uma reação, que assim sendo, é uma ação que gera outra reação, sucessivamente, infinitamente,única. Lugares distantes não existem, somos o universo inteiro, está tudo em nós mesmos. "Para viajar basta existir". ( Fernando Pessoa ).
No calor de seus braços existimos e insistimos, o que é isso? Afinal quem faz o que? Quem é quem? Quem somos??? Tudo se rafaz e o fazer é um eterno refazer, refazer é fazer.
L'Amourenx, O Amado.
Amor é a parte interior da união dos séculos do universo, inteligência também é o interior, todos são tudo, interior e exterior, tudo e tudo, sem anexos ou faltas. Nada foi criado, primeira ação? Se tudo se faz de reação, qual foi a primeira ação, que gerou todas as outras?
Alelo exterior.



*Jis ser: Conjuntos de diferentes tipos de ser, com seus diferentes significados, tempos e modos, mas todos ser. Ser em conjunto, em ciclos, do mesmo ser.


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16 de abril de 2010

Luz pensante e eterna

Nosso amor se escoará pela eternidade, enquanto o curso da vida continua a nos levar. Mesmo em outras vidas poderemos nos sentir, sentir em nosso interior este eterno laço, que não se romperá. Na vida nunca conhecemos pessoas, só as reencontramos, de outros tempos e outros lugares, que, agora, não é possível lembrar, mas existiu.
Nossas lembranças se apagarão da atual futura memória, serão gravadas em nosso espírito, que nunca morrerá nem perecerá...e neste eterno vai e vem de pessoas, memórias, sentimentos e acontecimentos, nós nos estabilizamos e nos adequamos.
Se adequar não é simplesmente aceitar calado, as condições sociais e temporais, mas mudá-las. Fazer da voz uma arma branca, apaziguadora e transformadora, pois só temos real força, quando estamos sem espada e sem escudo, quando, livres, damos a cara a tapa e nos convalescemos de todo este mal, estamos renovados. Podemos e seremos injustiçados, pisados e humilhados, mas nem por isso atacaremos ou recuaremos, não, sem proteção ou agressão faremos o que devemos fazer.
A dor é a vitória dos fortes, quando se vêem totalmente por baixo, podem assim ressurgir, como fênix, das próprias cinzas renascer. Do próprio fracasso, da própria dor, dos próprios erros, tirar a força para ressurgir, melhorar, com mais crescimento do que nunca.
Os olhos se fazem a janela da alma, o espelho, que tem seu próprio brilho único, o amor nossa carruagem, a inteligência nossa condução. No final, tudo se transforma novamente e ganhamos asas para voar, neste infinito azul. Desvendamos os mistérios e as noções do mundo, questionamos a própria lógica, que se torna ilógica, dando espaço a um mar de novas lógicidades... mais azul. E o próprio mar, tão grande e soberano não é único, pois tudo tem mais de um lado, ele possui sua contra parte, no céu, sem o qual não seria quem e o que é.
Novas noções e conceitos de mundo vão se formando na nossa vida. Para sabermos a verdade, basta olharmos ao redor. Precisamos saber olhar, para podermos descobrir o mecanismos próprio da Terra e do universo. O que torna isso mais difícil é a própria cultura, que nos cega, com seus princípios tolos, suas logicidades próprias de uma raça, ainda, muito imatura. Ainda em sua plena infância.
As luzes de nosso tempo, para nossa visão, se tornam as próprias palavras e pensamentos, que fogem de nossa prisão. Só é possível se libertar em corpo, após ter sido liberto em mente.

22 de março de 2010

Ser, amar, viver...




(Confusão)

Quero nascer de novo

Não quero morrer aqui nos escuro

a alma pede piedade,

mas ninguém pode ouvir.

Quero ser eu mesma

e quero que ninguém fique triste

porque eu sou eu

todos são.

Não quero falar.

Calem-se todos!

Deixem eu escutar meus pensamentos!

Quero ouvi-los, mas ninguém deixa,

quero ouvi-los,

mas uma multidão grita e eu não consigo

não consigo escutar nada.

Não entendo mais nada,

nem mais quem sou.


O mundo caiu.

Foi amarrado nas cordas da perdição

e se foi,

acabou.

Mas todos são assim,

querem ser.

Quero pássaros cantando nas janelas,

mas eles já não existem,

se foram,

como tudo se foi,

eles também se foram

e nunca voltarão.

Quero
meu coração de volta.

Quero meus sentimentos de volta,

sentir e saber o que sinto,

amar e saber que isso é tudo.


Quero ser que sou

ser quem fui

ser quem eu serei

ser, ser, ser...

Ter não importa...


Quero ser quem sou

me desculpe se não te agrada

mas sou quem sou

e nada vai mudar

nada mudará,

pois sou.

Amores vão e vem,

mas nunca acaba

eternamente único.

Quem realmente amamos?

Não sei...

Que sejam todos...

...todos os amores...

...todos os lugares...

Tudo,

unicamente

tudo.
Amar viver morrer num mar de ilusões
ilusões.

Ser quem sou

não o que estou

Ser o que é

Falem o que quiser

Foda-se!

Não consigo nada mais que isso

não quero nada mais que isso.

Não quero mais nada

não quero nada e tudo

Não sei se sou

ou quem sou,

mas saber nem quero mais,

não quero mais nada.

Sou eu

mesmo que ninguém entenda

sou eu

mesmo que você vá embora

sou eu

mesmo que eu morra

sou eu

EU SOU EU!


Quero você

quero que alguém me entenda

quero que alguém sinta o que eu sinto

quero chorar até não restarem mais lágrimas no meu coração

Na escuridão vemos a luz de longe

somos a sombra da luz

somos a luz

somos a sombra

luz e sombra

somos tudo.

Somos o que queremos ser

somos nós mesmos

somos nós

somos

reflexos de um maior.

Não temo a morte

nem a vida

não temo o que não conheço.


Fico sozinha

na escuridão eu me afogo

até o último suspiro

me afogo no próprio ser

no próprio ser eu

ser.

Andar pelos campos desertos

correr pela estrada para caminho nenhum

tudo

ser quem eu sou

Não diga não

não diga nada

Seja............ Ame...........Viva

Sou quem sou

não importa o que digam

não importa o que pensem

sou

Quem sou eu?

Qualquer coisa...

...eu mesma...

...eu???

Não sou o que nasci,

não sou o que cresci,

nem o que morri,

mas o que sobrevivi

através das almas,

através do tempo.


Me entenda

não quero te fazer chorar

não quero ferir teu coração

eu te amo

te amo!

Não quero te ver chorar

não quero te ver sofrer

quero amor

Eu te amo!

(Escrituras frenéticas, que não tem sentido ou lógica e dizem mais do que parecem dizer- Confusão)

21 de março de 2010

Tudo e todo faz o uno...


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As vezes, como alguém já me disse certa vez, as coisas mais bonitas da natureza e da vida nem sempre são construtivas, pelo menos não na visão humana. Como uma tempestade que, talvez, seja o único fenômeno no qual todos os elementos estão unidos. Ou seja, nós que somos reles humanos e vemos tudo muito de perto, muitas vezes, na verdade, quase sempre, não enxergamos o todo como uma só coisa e sim como coisas separadas, o que acaba nos prendendo, a algo que na verdade não existe e que nós mesmos criamos em nossa “cabeçinha ingênua” que pensa que é a total dona de verdade e dos fatos, mas realmente, muitas vezes não é dona nem da sua própria verdade e apenas se deixa guiar como um fantoche sem razão nem emoção.

Nossa vida acaba sendo levada por outras pessoas e não por nós mesmos e isso é completamente errado. Pois, se não formos o que realmente somos, quem seremos? Qual será a utilidade de estarmos aqui nessa linda terra? E ainda mais, só atrapalhando, em vez de melhor, ajudar, construir, crescer, nós só estamos fazendo o oposto.

Pensamos muito “ignorantemente” que como somos os maiores na cadeia alimentar, podemos tranquilamente “dar um nó” ou escapar da seleção natural. Hahaha!!! Só o que resta mesmo é rir. Pois como vamos escapar de nós mesmos? Escapar? Pensamos que estamos isolados da natureza, pensamos que somos melhores que ela, que ela só está aqui para nos servir... doce ilusão. O que esquecemos, muito convenientemente, é que nós fazemos parte desta natureza que pensamos ser maiores, e nós tentamos fugir da mesma. Mas só o que conseguimos com isso é nos alienarmos de nós mesmos que, também, somos natureza.

Ver as coisas muito de perto, acaba tirando o sentido das mesmas. É como ver um lindo mural com uma lupa. De nada irá adiantar. Só conseguiremos ver o traçado do pincel e quem sabe, se tivermos sorte, uma figura ou outra. Então se tivermos uma visão mais ampla das coisas, vermos tudo como um todo e não como coisas isoladas - como todas as religiões existentes, como todas as crenças, como todas as idéias inusitadas ou não, seja o que for - tirando o que naturalmente é deturpado pelo homem, tudo isso, tudo, tem lá o seu fundo de verdade. Com isso, percebemos que preconceitos são vãos, inúteis e apenas atrapalham neste incrível e belo processo de auto conhecimento, que, por si, acaba levando ao conhecimento do todo, pois só conhecendo o uno você conhecerá o todo.

Estamos para conseguir uma nova etapa terrestre, na qual só viverá para conhecer quem tiver mente e coração em harmonia e claro, ser quem é. Então vamos correr para alcançar o que já está na nossa frente, porque se formos rápidos, ágeis, e agirmos com amor e sabedoria, com certeza iremos conseguir, não facilmente, mas iremos sim.

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A felicidade não é livre dos problemas, mas é a luz para eles.

Bjss ^^

até a próxima amigos terrestres.
Luto
Michael Jackson
Escrito dia : 26/06/09


Ao verem isso vocês acham que ele seria capaz de fazer qualquer mal que seja a qualquer criança? Ele que não teve uma infância. Um ato judicial comprovou que ele tinha mentalidade de uma pessoa de 16 anos, por isso ele foi absolvido de todas as acusações - Lembrando que a justiça dos EUA não é como a nossa, se for preciso ela prende seja quem for, mas com justiça.


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A vida é tomada pela morte, que faz parte de sua essência de ser e existir. Morrer é viver e viver é morrer. A morte e a vida são irmãos únicos. A morte é especial para nossa essência, pois ela nos dá a chance de termos outras vidas e emoções, experiências e pensamentos. A vida é como a lua que tem sua várias faces e fazes e nem por isso sempre é visível, mas apesar disso sempre está lá, nos influenciando em muitas coisas.

O amor não morre, é eterno. Tão pouco é um simples sentimento vulgar e fugaz, é vivo e imortal. Então sempre somos vivos quando amamos ou somos amados por alguém, na verdade vivos sempre somos, é o corpo que perde sua função.

A morte é simples, mas da terceira dimensão não enxergamos a verdade e sim o que alguns querem que enxerguemos e ou o que queremos enxergar, pois a vida nun
ca acaba, a morte sim, que acaba provando do seu próprio veneno, nunca sobrevive no ser de luz e sombra.

Ninguém é perfeito e assim ele foi um gênio. Mas seus problemas pessoais atrapalharam sua carreira...ou sua carreira atrapalhou sua vida pessoal... Mas podemos ter certeza que para ele, por causa de seus pai, o perfeito não era suficiente.

A base lhe foi negada, por isso seus problemas foram maiores que de muitos. Mas apesar de tudo isso ele era um ser de luz como todos nós, mas a diferença é que ele conservou essa luz e além disso a fez crescer. Sua incrível genialidade não foi por acaso. Ele fez o mundo crescer, mudou o mundo de tal forma que nunca mais ninguém vai conseguir, pois ele tocou no fundo da nossa alma. Mesmo quem não ligava para sua arte se entristeceu com a sua morte.
Ele foi adorado e consagrado,
depois morto por sua própria doença, a sequela que seu próprio pai lhe deixou, que foi muito pior e causou mais danos do que qualquer um pensaria.
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Descanse em paz e esteja onde estiver continue sorrindo, pois também mora no nosso coração.
Te espero, espero sua volta, mesmo que você não possa se lembrar do que foi
e de quem foi.
Volte logo.

Tudo continua, nós só não conseguimos enxergar o caminho inteiro


Beijos S2