Como face plena, não mais que a sua, ou de tantos
outros além. O real poder era o das vagas corridas, mar além
horizonte e cancioneiros movedoiros de tão. Fatídico dos cantos das
formas e cores, formados marcantes no ademais das existências. O
fruir dos moiros, dos fracos, faria grande o cantar amante. Desluz
tamanha, grandes formas; o jamais faria, do sempre ao infinito.
Tais passos largos, fraquezas da juventude que lhe impera. Olhos do
profundo desalento; presos em profundezas mar de si, mas de lá mais
ninguém, apenas único solitário. Gaivotas riem águas acima, ondas
florescem em ressaca, mas nada muda lá no fundo; o oceano é berço
das eras.
Atrevido a mergulhar fundo, nada mais seria que
suspiro fim de seus passos. Podendo cortar quilômetros e jamais
haver alcançado lugar algum. Não se toca fundo oceano, se é. Não
se forma além dos tantos rios e pororoca unidades outras em desvio
do que antes era-se. Mar já é rio; nascentes, ciclo inteiro.
Cada qual a seu modo, guarda embrião de passos
tantos. Próprio e outros.
Assim, como poderiam criar-se vocês para
escolhas de própria velhice ou juventude, transformando e
recondicionando sua própria estrutura, se esta como semente, já
guarda essência de árvore inteira. Em ditos outros, não faria-se
esta a vontade própria, mas a do que o programa é apenas
repercussor. Sem livre, como poderiam ser ou estar em universo
inteiro, classes e formação? Vontades próprias ou pensamentos?
Talvez o visto aqui, seja apenas grave efeito de luz e cérebro. Nada
mais.
O efeito escuro, não existindo de fato, em
amor-pensamento, a alma daqueles tantos que ali vivem. E aqui também,
introjetado no mundo das maias e ilusões. Talvez seja este o
dualismo tão visto, que de dois não há, apenas o um dos grandes.
Nós pequenos assim, vemos plano fosco, e não vemos. Sendo pois tal
o milagre.
Sozinho cheio, grandes seriam prantos caso outros
ali não encontrassem passos meus. Não se sabe águas, ou
pés-de-pato, mas correndo certas profundezas. Gratidão a
minha pela solidão não cravar-se sufocante, pois são os que detém
a estaca. Felizes as quintas feiras, capuccinos e conversas ares.