Vermelhos tristes
tragam a misericórdia ao mundo
Cantem no Brasil a fácil canção
que surge com a vida e,
a vida, com o coração.
As maiores fáceis condições
se enchem de maiores temores de mundo,
nada se faz pelo pavor da guerra.
Cansas tu de crescer em tua vida
Voe no mais puro caos dos céus
Pois esta tempestade o faz renascer.
Que pode crescer e fazer crescer em seu pior estado de espírito,
nasce e renasce a cada suspiro de vida
como cada uma de suas células se rafaz no mar das emoções,
das verdade,
do mundo.
Quem és assim descobre e de ti se regorgeia
as máguas são sim, muitas,
tais como as montanhas e sóis brilhantes
olhos claros, lípidos, vivos!
Maiores faces,
maiores sentido cândidos da maior glória
Nada que se pode é possível
tudo de imprevisto é real
e qualquer dificuldade é mais e mais recebível,
que um mundo do apenas,
calor e paz.
É fácil viver se não se vive
é simples crescer escalando alguém...
mas fazer-se de si sua própria escada,
exige o maior de si
não do outro
não de ninguém...
não cantam os pássaros engaiolados
ou os que não sabem voar..
estes continuam ao chão apenas e piam...
piam tristes e amargurados
piam em desmanzelo real
Choram e morrem no chão,
que não
não o deixa,
apenas o envolve e o faz junto a si
novamente terra,
mas não mais
ser de si.
Não quem pode correr pelos campos ou fazer do mundo algo novo e melhor
não mais quem pode criar as sementes de uma nova geração
de rios de glórias
de poder, até destruição
quem mais em si pode
que mais não quer
tem o poder de ser o que quiser
Tem em seu maior poder o incrível e intenso querer
pois é simples sua complexidade
que se faz renovada em cada suspiro
assim surgindo em forma humana
e, cada vez mais, a forma humana se susgindo em forma de ser...
Quem sabe um dia,
seja possível o maior dos sábios descobrir,
que a maior sabedoria de se ser e ter consigo
em metamorfose e em criação:
É a forma criadora do universo
a visão e o descobrimento;
este sim é paz
intensa e contagiante
pois esta cria,
não estática,
se faz do nada
da intensa escuridão
de movimento calado.
Deste suge o tudo, a luz do silêncio móvel.
Dos castelos, meus sonhos se fazem
castelos de areia,
castelos de vento,
castelos de pessoas
e amores...
Faço parte dos castelos...
... eles fazem parte de mim.
10 de abril de 2011
8 de abril de 2011
Tempo
Os mares de azul
fazem em sereias cantantes,
a nudez de meus pensamentos...
Me faço como eles
e mergulho nas águas
num doce acalento.
Estas, cheias de escuridão,
tragam em suas profundezas;
mergulho.
Mais que antes,
resurjo, refeita.
A brisa fresca, envolve meu corpo, acaricia
seca os males,
faz crescer o fervor,
grande..
Nas asas da noite, me deito
me envolvo,
flutuo...
Aquela luz,
aquela lua;
a única espectadora.
Abençoa.
Fluidez,
canto lúcido e lúdico,
amor...
Tudo é mais que antes,
permeia toda a existência,
faz e refaz em antíteses,
que não são.
Apenas crescem em outras verdades,
não as mesmas,
nunca repetidas...
mas uma não impede a outra de ser.
Afinal, quem disse que para existir uma verdade,
é obrigatório uma mentira?
Assim é...
e o mar, transbordante em maravilha,
podendo, afinal
curvar-se a luz dos tempos.
Que o traga...
Mesmo assim,
o mesmo pode,
faz
e surge,
também...
refeito.
fazem em sereias cantantes,
a nudez de meus pensamentos...
Me faço como eles
e mergulho nas águas
num doce acalento.
Estas, cheias de escuridão,
tragam em suas profundezas;
mergulho.
Mais que antes,
resurjo, refeita.
A brisa fresca, envolve meu corpo, acaricia
seca os males,
faz crescer o fervor,
grande..
Nas asas da noite, me deito
me envolvo,
flutuo...
Aquela luz,
aquela lua;
a única espectadora.
Abençoa.
Fluidez,
canto lúcido e lúdico,
amor...
Tudo é mais que antes,
permeia toda a existência,
faz e refaz em antíteses,
que não são.
Apenas crescem em outras verdades,
não as mesmas,
nunca repetidas...
mas uma não impede a outra de ser.
Afinal, quem disse que para existir uma verdade,
é obrigatório uma mentira?
Assim é...
e o mar, transbordante em maravilha,
podendo, afinal
curvar-se a luz dos tempos.
Que o traga...
Mesmo assim,
o mesmo pode,
faz
e surge,
também...
refeito.
6 de abril de 2011
Cavaleiros da lua

A escuridão gélida, queima em nossa alma,
os respingos de sangue pelo chão
unem-se ao céu crepuscular.
As auroras não existem;
apenas o entardecer.
Há quem não pode,
há quem não quer...
mas todos fogem deste temor
e o vale da morte, reina soberano.
Cavaleiros negros caminham pelos ventos,
entram nas almas
nos corações,
são o sopro que permeia a vida e a morte.
De desastre a luz
de morte a ressurreição.
Não é possível fugir,
você é morte,
É o sangue que respinga,
enquanto os passos apressados
o empossam em seu coração.
Você morre.
Não seria mais que dois lados,
o mesmo ser,
o mesmo tudo;
mas invertido.
Como espelho confuso:
quanto mais reflete,
menos se vê,
menos se sente;
menos...
...existe.
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