Como sentiriam-se as fadas ao descobrir que seu mundo de perfeição caiu em um só piscar; seriam desatinadas em seu eterno tilintar pelas fendas. Sua visão emancipada do tempo, seria por fim encontrada no espaço?
Como você sentiria-se caso descobrisse seu calor pisado, moído e cuspido, enquanto outro ergue seu trono nas costas alheias? Já que andam de fato, todos tão cegos, que o show de marionetes é solto. Reis de sua peça, tentam de forma criar um amor que não possuem, sua mente leve, tem o peso das eras. As duras penas, jogam os dados na mesa, sem importância com o futuro, apenas com seu momentâneo e falso poder.
Assim, sua prepotência arrogante e arrivista, por fim, faz certo alguém chorar...
Mas de que mal faria, mais uma lágrima cainte? Quem mais sonharia em descobrir aquela, escondida em seu quarto, morrendo. Jamais criariam cogitação, mal algum, diriam.
Seu olhos abertos, são mais fechados que das marionetes. Você, rei das pontas e dos dedos, não descobre seu desvio local. Pensa ser o maior, pensa controlar o mundo, pensa ter todos em suas mão. Por mais pensa ser fácil, muito fácil desfigurar a todos com sua forma-padrão perfeita. É o que pensa!
Jamais nos terá em suas mãos sujas, suas unhas insalubres jamais tocarão sequer fio único de nossos cabelos. Sua criação, jamais terá vida, e você mesmo perecerá em sua inefável solidão! Suas entranhas se corroerão e você nada mais será que um pó sujo pela estrada. Esta dos que pisam firme e forte seguindo o curso; que você jamais entenderá.
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