Os mortos em si, encontram seu mar de persuasões internas, das mesmas que os convencem ao contrário ou a favor. Do conflito humano, entre o infinito pensar e sentir, não se fazem as comunicações distantes de se ser. Sua discrepância ao que mesmo há consigo, não se faz verdade. É puro sentimento em discórdia de si, enquando outrem pode colher sua concordante máquina feita; em treino e glória. O que o faz o pleno provido da calma das mais profundezas; onde se esconde no inverso, a mais pura tormenta em ressaca. Afinal, qual é mais livre, o que se controla piamente, entre sentir e pensar; ou o que em si, faz-se a liberdade (ou libertinagem) suprema, de agir sanguíneo, o que é sua própria forma humana, o que o faz real? Não seria este, contudo, o próprio conflito biológico, entre permanecer animal, em crença, coragem e instinto; ou tornar-se pleno pensamento, no controle, treino e certeza. Qual preferes?
O que seria mais intrigante que a questão gerada e gerida pelo próprio universo (seja ele unitário ou geral) por fazer o mundo algo não mais mundo. De fato transformar o ser humano, nosso corpo estelar e nós mesmos, em algo menos físico que isto. Talves encontrar uma de nossas identidades paralelas entre os que não vivem, entre os tempos passados e os que virão. Assim, não passamos de uma jovem super-nova, criando as mais diversas estrelas, planetas e até galáxias! Nada mais que uma própria forma-padrão que se repete pelos tantos e tantos planos de existência e verdade.
Ser sua própria chuva, derradeira, que lava e gela seu corpo buscante de algo mais. Algo que você esconde, algo que nem ao menos se faz conhecer a existência. Não seria sua luneta pródiga em caminhar por lugares deconhecidos, no desalendo de desconhecer a si mesmo em real ser e forma? O desenvolto, não mais encarnado que todos, tende a esconder suas realidades que prefere não conhecer. Aquele eu que prefere não ter sido apresentado. O que cerra as cortinas da janela de sua alma, e prende em si seu dragão, que insiste em manter adormecido; ou quase isso.
Sendo desatento em detalhes sóbrios, mais do que os ocultos, são os discarados. Já que o fácil, não é tão atrativo de ser visto. Algo no fascínio do desentender, do não estar, do não existir. Algo ainda mais em ter em mãos o mundo, as engrenagens e a manivela. O estar a postos, para o quem precisa. E se embebedar de mundo, por mundo. Nada mais.

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