Deixem todos, deixem ir, são estes, aqueles e novamente então.
Deixem, passam, logo então, buscam, latem e correm mão;
Deixem as deixas de seus "entões", madeixas e vento mergulhe: chão.
Gostem, amem, idolatrem, suicide.
Gosem, clamem, sussurrem, grite.
Mostrem seus "entões", escancarem, desnudem, desbrave!
Sois, sóis, desconexos, egoístas, "estrelinhas";
Ignore, reprovando, mas more, more ainda.
Xingue, palpite, bata, espanque, mate.
Mas ainda mora, ainda mora e mora e cora: Aí.
Queimam-se fotos, retratos, sorrisos, mensagens, presentes, passados...
Mas das cinzas nascem, resurgem, e brotam, e crescem, fornicam; futuros.
Cansados, casados; comprados. Mas vive e mora e corre ainda e ainda; ainda:
Existe e vida vivida é triste.
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