Os mares de azul
fazem em sereias cantantes,
a nudez de meus pensamentos...
Me faço como eles
e mergulho nas águas
num doce acalento.
Estas, cheias de escuridão,
tragam em suas profundezas;
mergulho.
Mais que antes,
resurjo, refeita.
A brisa fresca, envolve meu corpo, acaricia
seca os males,
faz crescer o fervor,
grande..
Nas asas da noite, me deito
me envolvo,
flutuo...
Aquela luz,
aquela lua;
a única espectadora.
Abençoa.
Fluidez,
canto lúcido e lúdico,
amor...
Tudo é mais que antes,
permeia toda a existência,
faz e refaz em antíteses,
que não são.
Apenas crescem em outras verdades,
não as mesmas,
nunca repetidas...
mas uma não impede a outra de ser.
Afinal, quem disse que para existir uma verdade,
é obrigatório uma mentira?
Assim é...
e o mar, transbordante em maravilha,
podendo, afinal
curvar-se a luz dos tempos.
Que o traga...
Mesmo assim,
o mesmo pode,
faz
e surge,
também...
refeito.
Muito Lindo.
ResponderExcluirParabéns!
^^ Obrigada
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