19 de janeiro de 2011

Também vida...
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O que vejo nos olhos amargos e tortos
também vejo nos teus, brilhantes
A luz que ilumina as estrelas,
em ti se clareia...
Mas quando corro ao encontro,
tona-se sombra,
de tua frágil maneira de ser
tão pura de corrosão

Encotra então seus dilemas na vida
tua esperança quase se vai
mas se ainda fica permanece
e em teu coração, o amor se faz.
Caminhando pelo rio escuro
quase não vê
quase se afoga...
só há, então, a mão que te salva.
Aprende a nadar,
aprende a sorrir
a ver, sentir, dizer
acima de tudo
em ti, vê...
Os olhos
a boca
o cheiro
palpitação
encontro
luz
lua,
escuridão...
vida.
Corrozão.
Continua...

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