Nosso amor se escoará pela eternidade, enquanto o curso da vida continua a nos levar. Mesmo em outras vidas poderemos nos sentir, sentir em nosso interior este eterno laço, que não se romperá. Na vida nunca conhecemos pessoas, só as reencontramos, de outros tempos e outros lugares, que, agora, não é possível lembrar, mas existiu.
Nossas lembranças se apagarão da atual futura memória, serão gravadas em nosso espírito, que nunca morrerá nem perecerá...e neste eterno vai e vem de pessoas, memórias, sentimentos e acontecimentos, nós nos estabilizamos e nos adequamos.
Se adequar não é simplesmente aceitar calado, as condições sociais e temporais, mas mudá-las. Fazer da voz uma arma branca, apaziguadora e transformadora, pois só temos real força, quando estamos sem espada e sem escudo, quando, livres, damos a cara a tapa e nos convalescemos de todo este mal, estamos renovados. Podemos e seremos injustiçados, pisados e humilhados, mas nem por isso atacaremos ou recuaremos, não, sem proteção ou agressão faremos o que devemos fazer.
A dor é a vitória dos fortes, quando se vêem totalmente por baixo, podem assim ressurgir, como fênix, das próprias cinzas renascer. Do próprio fracasso, da própria dor, dos próprios erros, tirar a força para ressurgir, melhorar, com mais crescimento do que nunca.
Os olhos se fazem a janela da alma, o espelho, que tem seu próprio brilho único, o amor nossa carruagem, a inteligência nossa condução. No final, tudo se transforma novamente e ganhamos asas para voar, neste infinito azul. Desvendamos os mistérios e as noções do mundo, questionamos a própria lógica, que se torna ilógica, dando espaço a um mar de novas lógicidades... mais azul. E o próprio mar, tão grande e soberano não é único, pois tudo tem mais de um lado, ele possui sua contra parte, no céu, sem o qual não seria quem e o que é.
Novas noções e conceitos de mundo vão se formando na nossa vida. Para sabermos a verdade, basta olharmos ao redor. Precisamos saber olhar, para podermos descobrir o mecanismos próprio da Terra e do universo. O que torna isso mais difícil é a própria cultura, que nos cega, com seus princípios tolos, suas logicidades próprias de uma raça, ainda, muito imatura. Ainda em sua plena infância.
As luzes de nosso tempo, para nossa visão, se tornam as próprias palavras e pensamentos, que fogem de nossa prisão. Só é possível se libertar em corpo, após ter sido liberto em mente.
Nossas lembranças se apagarão da atual futura memória, serão gravadas em nosso espírito, que nunca morrerá nem perecerá...e neste eterno vai e vem de pessoas, memórias, sentimentos e acontecimentos, nós nos estabilizamos e nos adequamos.
Se adequar não é simplesmente aceitar calado, as condições sociais e temporais, mas mudá-las. Fazer da voz uma arma branca, apaziguadora e transformadora, pois só temos real força, quando estamos sem espada e sem escudo, quando, livres, damos a cara a tapa e nos convalescemos de todo este mal, estamos renovados. Podemos e seremos injustiçados, pisados e humilhados, mas nem por isso atacaremos ou recuaremos, não, sem proteção ou agressão faremos o que devemos fazer.
A dor é a vitória dos fortes, quando se vêem totalmente por baixo, podem assim ressurgir, como fênix, das próprias cinzas renascer. Do próprio fracasso, da própria dor, dos próprios erros, tirar a força para ressurgir, melhorar, com mais crescimento do que nunca.
Os olhos se fazem a janela da alma, o espelho, que tem seu próprio brilho único, o amor nossa carruagem, a inteligência nossa condução. No final, tudo se transforma novamente e ganhamos asas para voar, neste infinito azul. Desvendamos os mistérios e as noções do mundo, questionamos a própria lógica, que se torna ilógica, dando espaço a um mar de novas lógicidades... mais azul. E o próprio mar, tão grande e soberano não é único, pois tudo tem mais de um lado, ele possui sua contra parte, no céu, sem o qual não seria quem e o que é.
Novas noções e conceitos de mundo vão se formando na nossa vida. Para sabermos a verdade, basta olharmos ao redor. Precisamos saber olhar, para podermos descobrir o mecanismos próprio da Terra e do universo. O que torna isso mais difícil é a própria cultura, que nos cega, com seus princípios tolos, suas logicidades próprias de uma raça, ainda, muito imatura. Ainda em sua plena infância.
As luzes de nosso tempo, para nossa visão, se tornam as próprias palavras e pensamentos, que fogem de nossa prisão. Só é possível se libertar em corpo, após ter sido liberto em mente.
Magnífico! Um único texto contempla tantos pensamentos e críticas, ostenta notável inteligência e humanidade e é adornado por belíssimas palavras. Sua visão do mundo é algo ímpar. Louvável!
ResponderExcluirRealmente, como você refletiu “nunca conhecemos as pessoas, só as reencontramos”. Embora todos nó trilhemos nossos próprios caminhos em uma estrada sinuosa e incerta chamada vida, acredito que os caminhos se cruzam e se entrelaçam ao longo de outras vidas e convergem para um único ponto onde todos nós nos reencontraremos.
Concordo também que “se adequar não é aceitar”. Adequar é ser você mesmo encontrando seu lugar no mundo, sem distruí-lo, nem invadir o espaço alheio, respeitando o próximo e à natureza que nos acolhe e sustenta.
Quando você afirmou que “a dor é a vitória dos fortes”, tais palavras me lembram a filosofia de Nietzsch. Ele leciona que: “was mich nicht unterbringt, macht mich starker” – “aquilo que não me destrói, fortalece-me.” Quando somos fustigados por um dolente tormento e o enfrentamos, ficamos mais fortes, construímos uma armadura em torno do nosso ser e ficamos reforçados para enfrentar as desventuras que o porvir nos reserva.
Outra brilhante reflexão que você teceu é a respeito de saber olhar o mundo ao nosso redor. Infelizmente uma cegueira coletiva está se propagando. O homem moderno fecha os olhos para o mundo, devota toda sua fé na Ciência, isola-se em seu egocentrismo, ignora o sofrimento do próximo, é intransigente diante da natureza que suplica por socorro. Esta cegueira voluntária está transformando o homem em um ser apático, assentimental e alienado.
Felizmente nem todos são assim. Há espíritos elevados que possuem o dom de olhar o mundo criticamente, com olhos vívidos de grandeza e humanidade. Estes seres especiais estão predestinados a tornar o mundo um lugar melhor. Minha cara, logo que li seus textos tive a plena convicção de que você é uma dessas jóias especiais. Suas palavras corroboram inegavelmente isso. Saber que há pessoas como você por aí, em algum lugar deste imenso universo é reconfortante. É mais do que isso: pessoas como você são uma fonte de luz e um alento de esperança.
Excelente!
ResponderExcluirSuas reflexões são sinceras ao meu ponto de vista, não sou bom para me expressar com as palavras, mas vejo meu modo de expressão sobre a vida idêntico ao teu.
Mesmo te conhecendo pouco, senti algo indescritivel, talvez isto esteja aplicado na sua reflexão "nunca conhecemos as pessoas, só as reencontramos".
Acho legal existirem pessoas como você no mundo, pessoas capazes de refletir a vida com palavras tão belas e sensatas.